MISSÃO DE SÃO JOSÉ – TCHIPEYO

Missão de Tchipeyo (Nossa Senhora da Natividade)

Esta Missão tinha conhecido, não obstante algumas dificuldades, um enorme movimento de cristãos católicos. Os missionários se tinham dedicado arduamente à obra da evangelização e à abertura de escolas. A visita a escolas era um dos maiores cuidados do pessoal missionário.

Crescia o número de escolas e eram asseguradas por catequistas. A Missão construiu edifícios para a sua residência, internatos e à sua volta se encontram campos. Esta Missão localiza-se não longe da margem direita do rio Cuito, afluente do Queve, e perto da Ilha dos Amores, no sope do monte Vilulu. Esta zona fazia parte da missão do Cuando, mas dadas as várias situações, como a distância, mais de 80 km, os meios de transporte escassos, mas mais ainda a necessidade em si de assistir espiritualmente e não só, o povo tudo isto motivou a fundação da Missão. Já entre os anos de 1930 havia um grande movimento missionário, com escolas de catequese a funcionar. O Padre José Lienhart tratou com os superiores a questão de fundar a missão, o que se materializou em junho de 1933.

Era uma área vasta tanto que com o tempo desta missão nasceram as Missões do Luimbale, Lungongo, Vale do Queve, Lepi e Quissala. O método missionário adotado para o serviço apostólico e o tradicional seguido pelos Padres do Espírito Santo: colocar catequistas em todas as aldeias para ensinarem o catecismo, presidirem a oração quotidiana na capela e manterem relações com a Missão. Os missionários se empenhavam de diversas formas no apostolado como a visita periódica. Sem dúvida que o apostolado era a tarefa primordial. Como bem sabemos, em todas as Missões os missionários sempre tiveram presente a formação do homem, promovendo-o nos mais diversos sectores da vida. Esta Missão não fugiu à regra. Durante muitos anos funcionou uma escola de construção definitiva comportando várias salas; funcionaram aqui dois internatos com algumas centenas de crianças que assiduamente frequentavam as aulas. Para a formação dos alunos internos a Missão nao se contenta com lhes dar a instrução que se aprende nos bancos da Escola. Procura prepará-los para a vida, habituando-os ao trabalho quer na agricultura, quer nas oficinas.

De frisar aqui a presença activa das Irmãs do Santíssimo Salvador que tanto se empenharam na formação das meninas. As Irmãs tinham um dispensário com algumas camas onde eram hospitalizados (internados) muitos doentes. Havia aqui também uma pequena creche onde viviam algumas dezenas de criancinhas. Aqui na Missão do Quipeio funcionou também o seu Noviciado. Era uma área vasta tanto que com o tempo desta missão nasceram as Missões do Luimbale, Lungongo, Vale do Queve, Lepi e Quissala. O método missionário adotado para o serviço apostólico e o tradicional seguido pelos Padres do Espírito Santo: colocar catequistas em todas as aldeias para ensinarem o catecismo, presidirem a oração quotidiana na capela e manterem relações com a Missão. Os missionários se empenhavam de diversas formas no apostolado como a visita periódica. Sem dúvida que o apostolado era a tarefa primordial. Como bem sabemos, em todas as Missões os missionários sempre tiveram presente a formação do homem, promovendo-o nos mais diversos sectores da vida. Esta Missão não fugiu à regra. Durante muitos anos funcionou uma escola de construção definitiva comportando várias salas; funcionaram aqui dois internatos com algumas centenas de crianças que assiduamente frequentavam as aulas. Para a formação dos alunos internos a Missão nao se contenta com lhes dar a instrução que se aprende nos bancos da Escola. Procura prepará-los para a vida, habituando-os ao trabalho quer na agricultura, quer nas oficinas.

Tal como dissemos, foi fundador desta Missão o Padre José Lienhart e ali faleceu, a 2 de Março de 1946, ainda novo, no entanto, esgotado de tanto trabalho pelo bem da sua Missão. Foi seu sucessor, o Padre Filipe Van Esch que com muito zelo e dedicação deu o melhor de si para o bem das almas.

Ao longo de muitos anos, esta Missão foi um verdadeiro centro da vida cristã e também de instrução e formação. Os missionários do Espírito Santo estiveram à frente desta Missão até praticamente no final da década de noventa. Mais tarde cederam à Arquidiocese.

Como quase todas as outras Missões, esta também ficou por longos anos sem presença dos missionários. Desde 2012 estão dois missionários: os Revmos. Padres Leonardo Kutalika, do clero diocesano e António Wakalenda da Ordem Cisterciense. É superior da Missão o Revmo Pe. Emílio Sassoma, do clero diocesano, também pároco da Igreja­paróquia da Ekunha.

(A Arquidiocese do Huambo desde suas origens; Pe. Agostinho EKONGO)